“D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia” na revista Mariana

A revista Mariana também se deixou encantar pela história de D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia, um livro da autora portuguesa Maria João Fialho Gouveia.

Trata-se de um romance apaixonante inspirado numa cuidada investigação histórica, que nos dá a conhecer a vida de uma invulgar princesa portuguesa, que viveu uma longa e ousada história de amor com o homem da sua vida, o filho do rei de França.

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E a Happy Woman lê… “Cartas da Nossa Paixão”, de Karen Kingsbury

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A redação da Happy Woman lê…Cartas da Nossa Paixão, o novo livro de Karen Kingsbury, à venda em todo o país.

«As histórias de amor são quase sempre irremediavelmente hipnóticas e viciantes. Esta é uma delas. E prova que todos os romances eternos merecem, afinal, uma segunda oportunidade.»

131101 Happy Woman - Cartas da Nossa Paixão

Maria João Fialho Gouveia, na primeira pessoa, em entrevista ao jornal “i”

“Faz-se Assim”. Foi, assim, que Maria João Fialho Gouveia explicou, ao jornal i, como nasceu a ideia para o seu mais recente livro, o romance histório D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia.

Uma entrevista a não perder! Visite, ainda, o site da Topseller, e descubra as outras interessantes obras que temos para si.

131019 Jornal I - D. Francisca de Bragança

Pedro Garcia Rosado fala sobre o livro “Morte na Arena” na “Novos Livros”

Pedro Garcia Rosado em entrevista à revista online Novos Livros.

Pedro Garcia Rosado

 

«1 – O que representa, no contexto da sua obra o livro “Morte na Arena”?
R-“Morte na Arena” é o meu nono “thriller” e o segundo de uma série de histórias policiais com três personagens fixas: Gabriel Ponte, inspector da PJ diplomaticamente reformado por invalidez, a sua ex-mulher e inspectora-coordenadora da PJ Patrícia Ponte e a jornalista Filomena Coutinho, cujo relacionamento íntimo com Gabriel Ponte esteve na origem da ruptura entre os dois inspectores.
Desde a minha primeira obra (“Crimes Solitários”, 2004) tenho procurado criar uma literatura policial solidamente baseada nas realidades nacionais, respeitando os cânones do género e procurando encontrar ambientes e cenários portugueses. Penso, aliás, que é a ligação entre o tecido narrativo destes livros e a realidade do nosso dia-a-dia, mesmo que tratada com alguma liberdade criativa, que pode ser um factor de êxito e um estímulo para o desenvolvimento do “thriller” em Portugal.
“Morte na Arena” explora esses domínios, num sector – o da justiça – que, apesar do interesse popular que suscita, não é tão visível como talvez pudesse ser.
 
2 – Qual a ideia que esteve na origem deste livro?
R-O que é que existe por debaixo dos nossos pés quando percorremos a Baixa de Lisboa e as zonas em redor? Há as ruínas romanas mas… serão apenas esses os espaços? Existem prédios devolutos há muitos anos, temos informações diversas sobre a pouca solidez do subsolo da Baixa, há as inundações nas escavações mais fundas, os alicerces de muitos prédios pombalinos estão em risco devido ao movimento das águas subterrâneas…
No meu segundo livro, “Ulianov e o Diabo” (2006), abordei de passagem este universo. Fiquei sempre com a ideia de que os espaços que é plausível imaginar que existam no subsolo podiam servir de cenário a certas actividades pouco lícitas idealizadas pelos homens de poder que vivem à superfície.
Quando me pus a trabalhar no segundo livro da série, depois de “Morte com Vista para o Mar” (o primeiro em que aparecem Gabriel Ponte e Patrícia Ponte), pensei que chegara o momento de voltar a descer ao subsolo de Lisboa. Onde ainda existe uma das personagens de “Ulianov e o Diabo”, o sem-abrigo conhecido por Diabo que se julga o senhor todo poderoso dos subterrâneos de Lisboa. E assim nasceu “Morte na Arena”, numa arena subterrânea.
3- Pensando no futuro: o que está a escrever neste momento?
R-O terceiro livro desta série. Intitula-se “Morte nas Trevas” e desta vez regressarei a um ambiente rural que esconde segredos de uma rede criminosa internacional especializada em tráfico de menores e que talvez Gabriel Ponte consiga desvendar, apesar de ser gente muito perigosa. Sairá em Maio do próximo ano.»

NYPD Red, um viciante policial de James Patterson, no Jornal de Letras

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NYPD Red, mais um entusiasmante e viciante policial de James Patterson, no Jornal de Letras.

«Existem 35 mil polícias em Nova Iorque. Apenas 75 pertencem à unidade especial que protege os mais ricos e poderosos. A NYPD Red é uma unidade especial da polícia de Nova Iorque, encarregada de proteger os interesses dos cidadãos mais ricos e poderosos de Manhattan.

Quando um produtor de cinema mundialmente famoso é envenenado no primeiro dia de um festival de cinema de Nova Iorque, a unidade NYPD Red é a primeira a ser chamada. A este crime hão de seguir-se o assassínio de um ator no local de filmagens e a explosão de um cocktail molotov durante um dos eventos do festival. O detetive Zach Jordan e a sua nova parceira e ex-namorada, a detetive Kylie MacDonald, são destacados para o caso. O assassino planeou cada homicídio e cada fuga até ao último pormenor, como se do guião de um filme se tratasse. E concebeu um final explosivo que irá arrasar Nova Iorque e Hollywood. Mais um policial explosivo!»

A Topseller disponibiliza os primeiros capítulos gratuitamente, aqui.

131003 Jornal de Letras - NYPD Red

 

Revista Frontline recomenda o policial “NYPD Red”, de James Patterson

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A revista Frontline rendeu-se à escrita de James Patterson, e recomenda, na edição em banca, o livro NYPD Red.

«Existem 35 mil polícias em Nova Iorque. Apenas 75 pertencem à unidade especial que protege os mais ricos e poderosos. A NYPD Red é uma unidade especial da polícia de Nova Iorque, encarregada de proteger os interesses dos cidadãos mais ricos e poderosos de Manhattan.

Quando um produtor de cinema mundialmente famoso é envenenado no primeiro dia de um festival de cinema de Nova Iorque, a unidade NYPD Red é a primeira a ser chamada. A este crime hão de seguir-se o assassínio de um ator no local de filmagens e a explosão de um cocktail molotov durante um dos eventos do festival. O detetive Zach Jordan e a sua nova parceira e ex-namorada, a detetive Kylie MacDonald, são destacados para o caso. O assassino planeou cada homicídio e cada fuga até ao último pormenor, como se do guião de um filme se tratasse. E concebeu um final explosivo que irá arrasar Nova Iorque e Hollywood. Mais um policial explosivo!»

131016 Frontline - NYPD Red