Mestre do thriller português volta a atacar com “Morte nas Trevas”

Morte nas Trevas

Com a assinatura de um dos mais importantes autores policiais portugueses, surge um novo livro de investigação criminal, Morte nas Trevas. Pedro Garcia Rosado, o mestre do thriller português, conduz, mais uma vez, o seu personagem Gabriel Ponte pelos sinuosos caminhos do crime.

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Gabriel Ponte está finalmente decidido a dedicar-se à investigação privada, pondo fim à inatividade a que uma reforma antecipada da Polícia Judiciária o condenou.

O seu primeiro trabalho como detetive particular consiste em encontrar duas mulheres desaparecidas em Portugal, a pedido de um homem e de uma mulher de origem romena, antigos agentes da Securitate, a polícia política do ditador Ceausescu.

A sua investigação vai conduzi-lo a um confronto com um industrial romeno que cria porcos numa zona rural do concelho de Caldas da Rainha, e que esconde, afinal, segredos hediondos.

À medida que avança neste caso, que vai pôr em risco a vida da sua família, Gabriel Ponte recebe a ajuda inesperada de um ex-oficial do KGB e das forças especiais russas, ao mesmo tempo que se torna o alvo da atenção de um inspetor da PJ, obcecado pela justiça.

Descubra mais sobre a série “As Investigações de Gabriel Ponte” em www.topseller.pt, e leia, grátis, os primeiros capítulos de Morte com Vista para o Mar, Morte na Arena e Morte nas Trevas.

Tríptico na mesa de cabeceira do Metro

Na mesa de cabeceira dos jornalistas do Metro está Tríptico, o intenso thriller da autora bestseller internacional, Karen Slaughter.

«Três pessoas com segredos perturbadores. Um assassino sem nada a perder. Quando Michael Ormewood, detetive da Polícia de Atlanta, é chamado à cena de um homicídio num bairro social, depara-se com uma das mortes mais brutais de toda a sua carreira: o corpo de Aleesha Monroe jaz nas escadas de um prédio, numa poça formada pelo seu próprio sangue e horrivelmente mutilado.

Enquanto incidente isolado, este já seria um crime chocante. Mas quando se torna evidente que é apenas o mais recente de uma série de ataques violentos, o Georgia Bureau of Investigation é chamado a intervir — e Michael vê-se obrigado a trabalhar com o agente especial Will Trent, com quem antipatiza de imediato.

Vinte e quatro horas mais tarde, a violência a que Michael assiste todos os dias explode nas traseiras da sua própria casa. Percebe-se, então, que talvez o mistério da morte de Aleesha Monroe esteja indissoluvelmente ligado a um passado que se recusa a ficar esquecido….»

Se ainda não teve oportunidade de ler Tríptico, uma obra com tradução do escritor português Pedro Garcia Rosado, a Topseller disponibiliza os primeiros capítulos para vício imediato, aqui.

Tríptico

Pedro Garcia Rosado fala sobre o livro “Morte na Arena” na “Novos Livros”

Pedro Garcia Rosado em entrevista à revista online Novos Livros.

Pedro Garcia Rosado

 

«1 – O que representa, no contexto da sua obra o livro “Morte na Arena”?
R-“Morte na Arena” é o meu nono “thriller” e o segundo de uma série de histórias policiais com três personagens fixas: Gabriel Ponte, inspector da PJ diplomaticamente reformado por invalidez, a sua ex-mulher e inspectora-coordenadora da PJ Patrícia Ponte e a jornalista Filomena Coutinho, cujo relacionamento íntimo com Gabriel Ponte esteve na origem da ruptura entre os dois inspectores.
Desde a minha primeira obra (“Crimes Solitários”, 2004) tenho procurado criar uma literatura policial solidamente baseada nas realidades nacionais, respeitando os cânones do género e procurando encontrar ambientes e cenários portugueses. Penso, aliás, que é a ligação entre o tecido narrativo destes livros e a realidade do nosso dia-a-dia, mesmo que tratada com alguma liberdade criativa, que pode ser um factor de êxito e um estímulo para o desenvolvimento do “thriller” em Portugal.
“Morte na Arena” explora esses domínios, num sector – o da justiça – que, apesar do interesse popular que suscita, não é tão visível como talvez pudesse ser.
 
2 – Qual a ideia que esteve na origem deste livro?
R-O que é que existe por debaixo dos nossos pés quando percorremos a Baixa de Lisboa e as zonas em redor? Há as ruínas romanas mas… serão apenas esses os espaços? Existem prédios devolutos há muitos anos, temos informações diversas sobre a pouca solidez do subsolo da Baixa, há as inundações nas escavações mais fundas, os alicerces de muitos prédios pombalinos estão em risco devido ao movimento das águas subterrâneas…
No meu segundo livro, “Ulianov e o Diabo” (2006), abordei de passagem este universo. Fiquei sempre com a ideia de que os espaços que é plausível imaginar que existam no subsolo podiam servir de cenário a certas actividades pouco lícitas idealizadas pelos homens de poder que vivem à superfície.
Quando me pus a trabalhar no segundo livro da série, depois de “Morte com Vista para o Mar” (o primeiro em que aparecem Gabriel Ponte e Patrícia Ponte), pensei que chegara o momento de voltar a descer ao subsolo de Lisboa. Onde ainda existe uma das personagens de “Ulianov e o Diabo”, o sem-abrigo conhecido por Diabo que se julga o senhor todo poderoso dos subterrâneos de Lisboa. E assim nasceu “Morte na Arena”, numa arena subterrânea.
3- Pensando no futuro: o que está a escrever neste momento?
R-O terceiro livro desta série. Intitula-se “Morte nas Trevas” e desta vez regressarei a um ambiente rural que esconde segredos de uma rede criminosa internacional especializada em tráfico de menores e que talvez Gabriel Ponte consiga desvendar, apesar de ser gente muito perigosa. Sairá em Maio do próximo ano.»

Pedro Garcia Rosado na GQ

Morte com Vista para o MarMorte com Vista para o Mar, primeiro volume da série As Investigações de Gabriel Ponte, serviu de mote para a rubrica «O Autor Responde» da revista GQ de outubro.

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  • GQ: «O Sistema de justiça português é um paraíso para autores de policiais?
  • PGR: «Não, a imprensa que tem a honestidade intelectual de não esconder a realidade de um país violento onde a criminalidade se tem tornado mais violenta e a experiência valiosa da Polícia Judiciária no combate ao crime é que são fontes paradisíacas de informação. O grande tema da literatura policial é o homicídio e esse é, em geral, eficazmente reprimido pela Justiça. Onde o sistema mais falha é noutros tipos de crime, pelo menos por desadequação de meios, mas desses já não cura o autor de policiais.»

“Morte na Arena” goleou n’A Bola

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Policial e thriller. Dois géneros que estão a conquistar cada vez mais leitores em Portugal, tendo igualmente seduzido a redação do jornal A Bola.

Morte na Arena é o nono thriller de Pedro Garcia Rosado, o segundo volume da série As Investigações de Gabriel Ponte, já disponível nas livrarias em todo o país.

Morte com Vista para o Mar, o primeiro volume publicado em fevereiro de 2013, foi recebido pela crítica com entusiamo. Escritor e tradutor profissional, Pedro Garcia Rosado elegeu o policial como o seu género de eleição, sendo o único autor português de thrillers a publicar um livro por ano na área da literatura policial. As suas narrativas vibrantes e contemporâneas têm conquistado os leitores portugueses que gostam de adrenalina e de enredos repletos de mistério e suspense.

Pedro Garcia Rosado foi jornalista em O DiárioO Jornal e no Diário de Notícias, colaborador no Expresso e na Grande Reportagem (1.ª série). Foi ainda crítico de cinema no Se7e e JL.

130924 A Bola - Morte na Arena